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Milestone de Fevereiro: Certificação SSL Renovada Após Rebuild

Posso dizer que ainda não dominei o método de certificação SSL, continuo tendo muita dificuldade em algumas etapas, principalmente a renovação automática e a configuração de virtual hosts do Apache.

Após o rebuild do meu servidor principal (veja post com mais detalhes) obtive sucesso nas novas configurações para renovação dos certificados utilizando certbot. Assim, foi renovado os nossos certificados, e muitos usuários que haviam tido problemas em acessar todos os nossos sites, passaram a conseguir acessá-los novamente.

Um bug de configuração foi identificado no servidor antigo, pois havia mais de um diretório com configurações do Apache SSL e virtual hosts, fazendo com que o servidor não conseguisse entregar os arquivos certos para navegador e a certificadora.

Centralizamos todas as configurações do Apache e instalamos o servidor principal com docker, fizemos o rebuild e a nova instalação do certbot para poder resolver esse problema e assim permitir a navegação segura para os nossos usuários novamente. Sei que ainda terei alguns problemas pela frente, como a renovação automática, então, por hora a navegação está garantida e o esforço de rebuild e recertificação valeu a pena.

Milestone de Março: Rebuild do Servidor de Produção

Foi feita a reconstrução (rebuild) do nosso servidor de produção, uma operação bastante delicada e arriscada. Após muito tempo dependendo de um esquema antigo e repleto de manutenções feitas sem planejamento, aproveitamos a janela de oportunidade para migrar totalmente nossa operação para o docker.

Assim, comecei a reconstrução com o servidor local de desenvolvimento, tarefa que levou meses, para só depois atuar em produção. Inicialmente, para não cair o serviço, havia planejado fazer um servidor em paralelo com todas as aplicações, porém, durante o processo, houve um comprometimento crucial dos serviços no servidor em produção, pela expiração dos certificados SSL.

Assim, seria um desperdício de tempo trabalhar em dois servidores em produção e abandonei o plano inicial, pois o serviço já havia caído. Então, destruí o antigo servidor em produção e todo o esquema que estava corrompido, para dar lugar ao novo esquema baseado em docker linux WordPress, Apache e MySQL.

Com a reconstrução terminei a implantação de uma nova esteira de desenvolvimento e deploy automatizado. Com isso voltei a ter mais controle sobre o processo de desenvolvimento e entrega.

Acredito em um futuro mais automatizado e mais “simples” para fazer entregas, sabemos que existem algumas dificuldades com a estrutura que foi desenvolvida, como versionamento de todos os sistemas em conjunto. Trabalhamos com um repositório principal e diversos submódulos, técnica a qual ainda não domino completamente.

O espaço em disco foi economizado e os processos de utilização de CPU e memória obtiveram ganho de desempenho. Assim em 2020 temos um novo servidor em produção baseado em Ubuntu e não mais em CentOS, mais uma dificuldade que foi superada.

Conheça Pomodoros Black, a nova versão do site Pomodoros.com.br

Os primeiros usuário do site, em 2010, conheceriam o primeiro conceito do sistema e sua nova interface, e, como não poderia deixar de ser, a primeira coisa que me veio a cabeça quando fiz o logo foram os tomates em forma de cronômetro, então, rapidamente rascunhei um logo e coloquei tomates no lugar do “o”.

Pomodoros Black, nova interface

Acabei achando que estava muito óbvio e essa cor e configuração colocariam o logo numa posição comum, as cores e formas não falavam muito sobre o que era o projeto, alguns poderia até achar que era sobre molho de tomate ou uma pizzaria. Então mudei a cor do site para verde e substitui o logo, que é o que permanece até hoje.

Assim a maioria dos usuário viriam a conhecer o sistema na cor verde, onde houve uma pequena explosão no número de acessos e acabei precisando migrar de servidor em 2013 e desde então o serviço não atingiu mais nenhum grande momento de estabilidade, e assim, em pouco tempo fui perdendo todos os usuários, até chegar em zero.

Pessoas queriam usar mas o sistema caia, era frustrante e acabei revertendo toda aquela euforia inicial dos usuários para uma experiência de usuário horrível. Então entre 2014-2016 o projeto foi arquivado, ficou no ar algum tempo sem acesso, mas em 2017, após a adoção de um novo conceito de trabalhar com código-aberto, o Pomodoros ganharia sua última e derradeira versão, o Pomodoros Black, com a cor preta para representar uma nova experiência para os usuários.

Além disto com o código-aberto no github este projeto se transforma num excelente item de portfólio. Por fim, subitamente o JavaScript vem ganhando uma crescente atenção do mercado, o que pode valorizar e muito este projeto, que é feito com WordPress + JavaScript.

Você pode criar sua conta de usuário gratuitamente. O projeto é hospedado por F5 Sites e atualizador por Francisco Mat.

Fnetwork: Buscando a Maturidade

Após anos de intenso trabalho e muitas mudanças nos bastidores antes do lançamento, com sempre a vista de melhoria do serviço, visando aprimorar diversas qualidades tecnológicas, foi-se aprimorado nossos servidores para a mais avançada configuração para lançamento rápido de novos serviços.

Dentro deste novo conceito de agilidade para lançar startups e serviços de TI, buscamos centralizar todos os domínios de projetos no mesmo servidor, compartilhando dados dos usuários, resultando numa configuação técnica aprimorada, então denominada Fnetwork em dezembro de 2017.

Após quase 2 meses de trabalho com essa nova configuração, muitos ajustes para compatibilizar todos os projetos, que eram independentes, para entrarem na Fnetwork, foram realizado e mostrou-se como uma alternativa muita vantajosa, portanto decidimos priorizar seu desenvolvimento e descontinuar todas as outras configurações.

Ainda existe muito trabalho a ser feito para completar essa integração, porém a partir deste momento vamos focar na maturidade desta nova grande rede de projetos denominada Fnetwork.